segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Elefante emite sons semelhantes a palavras em coreano, diz estudo

Mamífero de zoo da Coreia do Sul consegue 'falar' ao menos 5 palavras.
Convivência em excesso com humanos pode ter influenciado animal.


Veja o vídeo aqui
Um exemplar de elefante-asiático chamado Koshik consegue imitar a fala humana ao pronunciar palavras em coreano, que podem ser facilmente compreendidas por aqueles que conhecem o idioma.

O vocabulário do mamífero consiste exatamente em cinco palavras, segundo relato de pesquisadores da Áustria, Coreia do Sul e Sri Lanka publicado nesta quinta-feira (1º) na revista científica “Current Biology”.

De acordo com os cientistas, o elefante é capaz de reproduzir as palavras annyong (olá), anja(sentar), aniya (não), nuo (deitar) e choah (bom). Sua habilidade com a linguagem pode fornecer dados importantes sobre a evolução do aprendizado vocal, fundamental para o discurso e canto humanos.

Convivência
A investigação científica revela que o elefante Koshik é capaz de combinar dois padrões diferentes de timbre e tom de voz, imitando, com precisão, falas de seus treinadores.

Os estudiosos conseguiram comprovar que o elefante emitia sons parecidos com palavras em coreano com a ajuda de falantes nativos. Apesar de pronunciar tais sons, o elefante não entende o que fala, diz a pesquisa.

Foto mostra os pesquisadores coletando sons do elefante Koshik no zoológico Everland, na Coreia do Sul (Foto: Divulgação/Current Biology)
Foto mostra os pesquisadores coletando sons do elefante Koshik no zoológico Everland, na Coreia do Sul (Foto: Divulgação/Current Biology)

Ainda não está claro como Koshik adotou tal comportamento, mas os cientistas trabalham com a hipótese de que sua criação em um zoológico e convívio apenas com humanos tenha facilitado o desenvolvimento deste comportamento.

Apesar dos elefantes não terem lábios, possuem uma grande laringe capaz de produzir sons graves, o que possibilita a imitação dos sons humanos. Há relatos de elefantes-africanos e asiáticos que conseguem reproduzir o barulho de motores ou ainda emitir sons que lembram os idiomas russo e cazaque (língua oficial do Cazaquistão).

Após recordes de calor, frente fria derruba temperaturas pelo país

Feriado de Finados deve ter chuva e queda de 10 ºC em cidades como SP.
Seca prolongada e ilhas de calor podem ter influenciado calor em excesso.

A chegada de uma frente fria às regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil já derrubou as temperaturas de algumas cidades brasileiras que vinham registrando recordes de calor até esta quarta-feira (31).

De acordo com meteorologistas, em determinadas localidades haverá queda de até 10 ºC -- caso de São Paulo -- e chuvas intensas, principalmente na área litorânea que segue do norte de Santa Catarina até o sul da Bahia.

As chuvas poderão refrescar regiões que enfrentam estiagem há pelo menos quatro meses. Segundo meteorologistas, essa seca pode ter influenciado a elevação recorde das temperaturas na primavera.

Nesta quarta-feira (31), Belo Horizonte (MG) teve a maior máxima dos últimos cem anos, com termômetros marcando 37,1ºC. No mesmo dia, a cidade de São Paulo registrou 36,6 ºC, recorde em 2012 e o maior registro para a primavera desde 1940, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

“A seca que acontece no Brasil desde o inverno influenciou no regime de chuvas, que ameniza as temperaturas. No entanto, na região Sudeste não chove de forma intensa há pelo menos quatro meses. No Nordeste, há relatos de estiagem de dez meses. A não normalização das chuvas impede que a atmosfera fique mais fria e provoca uma elevação gradual da temperatura a cada dia”, explica Celso Oliveira, meteorologista da Somar.

De acordo com Ludmila Pochmann, meteorologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a ocorrência de temperaturas altas é comum na primavera, já que a atmosfera fica mais limpa, livre de nebulosidade. “Por isso há incidência maior de raios solares e aquecimento de uma área que vai desde a superfície terrestre até 15 km de altura, na primeira camada da atmosfera (tropopausa)”, disse.

Termômetro na Avenida Paulista registrou 41° C nesta quarta-feira (Foto: Nelson Antoine/ Fotoarena/ Estadão Conteúdo)
Termômetro na Avenida Paulista registrou 41° C nesta quarta-feira (31) (Foto: Nelson Antoine/ Fotoarena/ Estadão Conteúdo)

Excesso de urbanização pode influenciar calor extremo
Segundo Oliveira, é difícil explicar o motivo de temperaturas recordes em períodos longos, como no caso de Belo Horizonte, mas ele levanta a hipótese sobre o impacto do desenvolvimento das cidades e sua influência no calor extremo. “É possível entrar na questão do crescimento das cidades e na formação de um fenômeno chamado de ilhas de calor”, explicou.

Típicas das grandes cidades e responsáveis pela sensação de abafamento, as ilhas de calor resultam do processo de urbanização e impermeabilização do solo. Materiais como asfalto, concreto armado, cimento e o excesso de prédios dificultam a circulação do ar, o que faz com que o calor fique mais concentrado em determinados pontos.

Oliveira explica que em São Paulo, por exemplo, já houve a comprovação de diferenças de até 10 ºC entre áreas do centro – recheadas de prédios – e bairros distantes, na periferia, onde há maior movimentação do ar e áreas com vegetação que dispersam o calor.

“As ilhas de calor alteram o microclima das cidades. São Paulo, que ficou conhecida por ser a terra da garoa, agora vivencia temporais nos finais de tarde. O aumento da urbanização pode ter influenciado o clima, isso sem contar a poluição concentrada. Uma área densamente povoada pode ter um aumento da poluição”, explica o meteorologista.

Veneno de cobra age contra câncer de pele, aponta estudo do Butantan

Toxina consegue aumentar em até 70% sobrevida de casos de melanoma.
Teste foi feito com cobaias e deve ser estendido a humanos em dois anos.

Cascavel (Foto: Instituto Butantan/Divulgação)
Cascavel é uma espécie de cobra venenosa natural
das Américas (Foto: Instituto Butantan/Divulgação)
Uma toxina encontrada no veneno da cobra cascavel poderia aumentar a sobrevida de casos de câncer de pele em até 70%, segundo um estudo feito com camundongos pelo Instituto Butantan, em São Paulo.

Segundo a geneticista Irina Kerkis, que coordenou a pesquisa, a grande vantagem da proteína crotamina é que, na dose certa, ela distingue células normais das cancerosas e consegue entrar dentro destas, com um efeito que dura até 24 horas. Isso permitiria que a substância fosse administrada apenas uma vez por dia, reduzindo os efeitos colaterais da quimioterapia.

"A crotamina inibe o crescimento das células alteradas e as mata. Em alguns casos, o câncer praticamente desapareceu", conta a geneticista, que orientou o trabalho do doutorando da Universidade de São Paulo (USP) Alexandre Pereira, na área de biotecnologia.

A toxina retirada dessa espécie de cobra peçonhenta (Crotalus durissus), que tem um chocalho na cauda e é natural do continente americano, vem sendo estudada desde 2004, mas para outras aplicações. Desde 2009, por meio desse estudo, é que os cientistas analisaram seus efeitos contra o câncer.

Primeiro, foram observadas células humanas e animais isoladas, com ação em tumores de mama e pulmão, por exemplo. Na fase seguinte, com 70 camundongos, os autores – que publicaram o estudo no ano passado na revista britânica "Expert Opinion on Investigational Drugs" – viram que a crotamina foi eficiente na contenção de melanoma, um tipo menos comum de câncer de pele, mas extremamente agressivo, pois se espalha rapidamente para outros órgãos.
Crotamina (Foto: Instituto Butantan/Divulgação)
Crotamina dentro de células cancerosas brilha e
detecta doença (Foto: Instituto Butantan/Divulgação)
Segundo Irina, os testes clínicos com seres humanos devem começar em cerca de dois anos, e dentro de cinco é possível ter um novo medicamento contra o melanoma.

"Os fármacos tradicionais usados na quimioterapia têm grande impacto nas células saudáveis, com muitos efeitos colaterais. Já a crotamina é inofensiva para elas. Além disso, é mais facilmente diluída em água, o que facilita a administração injetável", explica.

O estudo deve continuar agora a pesquisar outras formas de aplicação dessa toxina, por meio de uma "bomba" embaixo da pele que solta a substância em pequenas quantidades durante algumas semanas. Assim, o composto não entra na corrente sanguínea, o que minimiza seu impacto no organismo.

Outro benefício, de acordo com Irina, é que a crotamina das cascavéis não tem o efeito emagrecedor visto nos quimioterápicos normais. Nos testes com cobaias, a proteína mostrou que consegue fazer o indivíduo manter o peso.

A geneticista destaca, ainda, que a substância é uma ferramenta biotecnológica poderosa, que pode ajudar também no diagnóstico do câncer. Isso porque, quando entra nas células cancerosas, a crotamina vira um marcador que detecta o crescimento do tumor e casos de metástase.

"Estamos otimistas, mas ainda é uma pesquisa", ressalta a geneticista.

Segundo ela, uma espécie de escorpião também tem veneno com propriedades parecidas às da crotamina, mas ainda não há pesquisas relacionando o composto com tratamento de câncer.

Fruta fermentada embriaga pássaros e provoca acidentes, diz estudo

Pássaros morreram por conta de colisões sofridas durante a embriaguez.
Incidente aconteceu na Inglaterra.

Um estudo publicado nesta semana na Inglaterra mostra o exemplo da natureza de que álcool e direção não combinam. As vítimas dos acidentes foram pássaros, que se embriagaram depois de ingerir frutas em fermentação.

Os cientistas chegaram à conclusão depois de estudar os corpos de 12 jovens melros – uma espécie de pássaro – que apareceram mortos no pátio de uma escola. As aves estavam claramente feridas, mas, fora isso, não pareciam ter sofrido problemas de saúde antes de morrer.

Os especialistas da Agência de Saúde Animal e Laboratórios Veterinários do Reino Unido procuraram por sinais de alguma infecção, como a gripe aviária, mas não encontraram. O único ponto em comum que chamou a atenção foi o fato de que todos tinham comido a mesma fruta – a sorva.

Essa fruta não é tóxica, mas seu cheiro apontava que ela estava em fermentação – mesmo processo pelo qual o vinho e a cerveja passam. Os exames comprovaram que os pássaros estavam embriagados pela fruta.

Técnicos que monitoraram o comportamento das aves sob o efeito do álcool perceberam que elas tinham dificuldades para voar e constantemente caíam das árvores. Por isso, eles suspeitam que os pássaros mortos tenham colidido durante o voo.

O episódio foi relatado na revista científica "British Medical Journal".

domingo, 4 de novembro de 2012

Pandas recebem cuidados em 'berçário' de instituto na China

Filhotes nasceram neste ano em centro de pesquisa de pandas na China.
Um dos nascimentos mais recentes ocorreu em agosto, diz instituto.

Sete filhotes de panda nascidos neste ano receberam cuidados em um "berçário" do Centro de Pesquisa em Reprodução de Pandas de Chengdu, na província de Sichuan, na China, segundo agências internacionais.

As imagens, divulgadas nesta quinta-feira (1º), foram realizadas na terça-feira (30 de outubro). Um dos nascimentos mais recentes ocorridos no local foi de um filhote da panda gigante Yuan Yuan, no final de agosto. O bebê nasceu com cerca de 137 gramas e é uma fêmea, de acordo com o site do instituto de Chengdu.

Sete pandas nascidos neste ano são vistos em centro de reprodução de pandas na China (Foto: AP)

Cientista segura filhote de panda em centro de reprodução de Chengdu, na China (Foto: AP)

Matemática pode mesmo dar dor de cabeça


Não é frescura, matemática pode realmente dar dor de cabeça para quem não se dá muito bem com ela.

Pesquisadores da Universidade de Chicago deram alguns problemas matemáticos para 28 alunos – metade deles sofria de “ansiedade matemática” e outros não. Antes e durante os testes, os participantes tinham os cérebros escaneados. E, entre os jovens ansiosos, que mais sofriam na hora de resolver as equações, havia um aumento nas atividades cerebrais associadas ao medo e à dor física.

“Matemática pode ser difícil e para aqueles com altos níveis de ansiedade matemática, ela se associa à tensão, apreensão e medo”, diz a pesquisa. “O interessante é que esta relação não acontecia durante os testes, o que sugere que não é a matemática, em si, que causa dor física, mas sim a antecipação a ela”. Ou seja, era a apreensão que deixava os alunos com dor de cabeça, e não os exercícios.Essa dor é semelhante a que os apaixonados sentem quando levam um pé na bunda.

No fim da história, por mais que você ache matemática uma chatice sem fim, é melhor não sofrer por antecipação – ou a dor pode virar física de verdade…

Crédito da foto: flickr.com/theeponymousone

Fonte: Superinteressante

sábado, 3 de novembro de 2012

Galinha põe ovo gigante que escondia outro ovo dentro

Caso ocorreu em Evington, no Reino Unido.
'Ambos estavam totalmente formados', disse britânica.

Uma família de Evington, no Reino Unido, ficou surpresa depois que uma de suas galinhas colocou um ovo medindo 11,1 centímetros e pesando 157 gramas - em média, o ovo de galinha pesa 63 gramas, segundo o jornal "Leicester Mercury"
Galinha colocou ovo de 11,1 centímetros e 157 gramas. (Foto: Reprodução)

A descoberta, porém, não ficou por aí. Ao quebrá-lo, Sheetal Mistry, de 36 anos, descobriu outro ovo perfeitamente formado dentro. "Ambos estavam totalmente formados e saudáveis", disse Sheetal, que é professora de ciência em uma escola local.

Ovo tinha outro perfeitamente formado dentro. (Foto: Reprodução)

A mulher contou que seus filhos gêmeos Anushka e Anaya chegaram a ficar preocupados se galinha tinha ficado ferida ao colocar o ovo gigante. "No dia seguinte, a galinha colocou um ovo normal e parecia bem", afirmou ela.

Tartarugas recém-nascidas podem salvar espécie, dizem especialistas

Réptil do Pacífico já sumiu do Canadá e está em risco nos EUA e México.
Barragens, drenagens, predadores e plantas invasoras reduzem população.


Filhotes de tartaruga do Pacífico (Actinemys marmorata) que acabaram de nascer no Zoológico de Oregon, nos EUA, podem ajudar a salvar a espécie ameaçada de extinção, acreditam especialistas. As informações são do site do jornal britânico "Daily Mail".

Entre os fatores que levaram à diminuição das tartarugas, estão a construção de barragens em rios, a drenagem de regiões alagadas (como charcos e pântanos) e a presença de plantas invasoras e predadores naturais.Os animais são pouco maiores que uma moeda e fazem parte de um programa criado há 20 anos para recuperar a espécie, que já foi prevalente em toda a costa oeste da América do Norte, mas desapareceu do Canadá e está em risco nos EUA e no México.






Os filhotes recém-nascidos serão cuidados pelo zoológico de Oregon até o fim desta estação e, depois, serão devolvidos à natureza com um transmissor eletrônico, que informará a localização deles. Nos últimos 20 anos, o local já lançou ao mar 1.500 tartarugas, e os especialistas preveem que 95% tenham sobrevivido.

Apenas a população na região de cânions Columbia River Gorge, nos estado de Oregon e Washington, passou de 150 em 1990 para 1.500 no ano passado.

O programa de reprodução do zoológico busca que esses répteis cheguem aos níveis anteriores de população. Apesar de as tartarugas da espécie viverem em média 70 anos, só começam a se reproduzir a partir dos 10.

Na vida adulta, os animais chegam a ter de 6 a 8 metros de comprimento e a pesar 2,4 kg. O problema é que, como eles crescem lentamente, ficam muito vulneráveis aos predadores e a riscos em geral. Outro problema é que muitos espécimes ficam isolados e, por isso, têm dificuldade de achar um companheiro para acasalar.

Essa espécie costuma fugir de seres humanos e muitas vezes é encontrada em terrenos de lodo ou sob rochas e troncos submersos. Os animais têm hábitos onívoros, ou seja, comem insetos, lagostas e outros invertebrados aquáticos, peixes, girinos e sapos.

As fêmeas depositam de 5 a 13 ovos duas vezes por ano e pode viajar até 1 km e 90 metros acima da fonte mais próxima de água para pôr os ovos. As mães também gastam um bom tempo preparando o ninho com vegetação, para dificultar que os predadores o encontrem.

Animais superdotados

Ter um cérebro grande significa ser inteligente? Nem sempre. A esperta baleia tem um órgão nanico - em proporções cetáceas


Aranha
 Predadoras e exímias engenheiras de teias, aranhas têm, em geral, cérebro grande. Pesquisas mostram que, quanto menor a aranha, maior o cérebro, que pode chegar a cerca de 80% da massa do corpo. E mais: em algumas variedades, como é o caso da genus Mysmena, o cérebro chega a extrapolar a cavidade corporal e ocupar até um quarto das pernas.



Tubarão
O temido animal tem um cérebro de dar risada, equivalente a menos de 0,01% de sua massa. Predadores tendem a ser mais espertos que presas, afinal eles podem aprender com o erro, enquanto o outro, se errar, vira comida. Mesmo assim, o tubarão não é um animal dos mais inteligentes. Como tem pouca concorrência no mar, caça sem dificuldades.

Papagaio
Pequenas aves têm cérebros grandes se comparados ao corpo, com uma proporção de cerca de 2%. Os papagaios exploram bastante o pálio, parte do cérebro responsável pela capacidade cognitiva. Segundo estudos com papagaios-cinzas-africanos, além de pronunciar palavras, há indícios de que eles consigam contar até 6 e reconhecer formas e cores.



Golfinho
O cérebro de um golfinho-nariz-de-garrafa, por exemplo, tem uma proporção baixa para suas capacidades. Ele se comunica por meio de ultrassons, com frequências específicas e únicas. É como a voz humana, que nunca é igual a outra. Já o golfinho comum, que pesa aproximadamente 60 kg, tem um cérebro de cerca de 800 g, o que equivale a 1,3% da massa corporal.


Chimpanzé
É o primata com capacidade cognitiva mais próxima da do ser humano. Mas seu cérebro é pequeno, equivale a cerca de 1% do corpo. O órgão cresce 3,2 vezes durante a vida, praticamente o mesmo crescimento que o do homem. Cientistas acreditam que isso ajude a explicar a similaridade dos processos de aprendizado de humanos e chimpanzés.





Crocodilo
Há 200 milhões de anos eles são os maiores predadores de água doce no mundo. Mas levam a vida a lagartear na água, dormir muito, locomover-se pouco e dar o bote quando a fome bate. Logo, não precisaram evoluir muito. E têm um cérebro risível: 8,5 g, o tamanho de uma noz. Isso se tratando de uma máquina assassina que pode ter mais de 3 metros de comprimento.


Cão
São muitas raças, mas a proporção entre cérebro e corpo varia pouco, ficando em torno de 0,3%. As medidas medíocres, no entanto, não querem dizer que falta inteligência à cachorrada. Pelo contrário. Eles têm um olfato muito aguçado, podem reconhecer pessoas pelo timbre da voz e ainda conseguem desenvolver suas habilidades com a repetição de exercícios.



Elefante
Tem o maior cérebro entre mamíferos terrestres, mas que equivale a apenas 0,1% de seu corpo. O neocórtex é desenvolvido, ou seja, há um bom espaço para o desenvolvimento da inteligência e da memória. Eles se lembram da localização de fontes de alimento e água, por exemplo. Assim como o homem e o chimpanzé, seu cérebro também cresce ao longo da vida.

Polvo
Junto com a aranha, tem o maior cérebro entre invertebrados, por menor que seja se comparado ao dos vertebrados. Dois terços de seus neurônios estão nos tentáculos. Além de enxergar bem, o polvo tem boa capacidade de tomar decisões. Pode abrir potes com tampa de rosquear e até apagar a luz do aquário à noite. Além de adivinhar o campeão da Copa do Mundo, é claro.



Baleia
Um cérebro de cerca de 10 kg parece muito. Mas se considerarmos que baleias podem passar de 10 toneladas, a proporção entre massa cerebral e corporal do animal é 0,1%, muito menor que a do homem, que é de quase 2%. Mas, mesmo com um cérebro pequeno para suas dimensões, as baleias são bichos sofisticados, que se comunicam com muitos sons e podem aprender, ensinar e cooperar.

Fontes: Gustavo Beolchi, biólogo e autor do material didático de biologia do curso Anglo; Instituto de Estudo de Mamíferos Marinhos, Estados Unidos; Instituto de Pesquisa Tropical Smithsonian, Panamá; Reef Quest - Centro de Pesquisas de Tubarões, Canadá; Sociedade de Mamalogia Marinha, EUA; Universidade de Kyoto, Japão.

Retirado de: Superinteressante

Cientistas identificam característica inédita da luz em laboratório

Em laboratório, luz se comportou como onda e partícula ao mesmo tempo.
Experiência é um avanço em direção a uma questão antiga da física.


Dois estudos publicados nesta quinta-feira (1º) trazem novas evidências rumo à resposta para uma das mais antigas questões da física: do que é feita a luz?

Desde Isaac Newton, os teóricos debatem se a luz seria formada por partículas ou ondas. No início do século passado, Albert Einstein desenvolveu a ideia de que a luz se manifesta em fótons, que são partículas, mas também podem se comportar como ondas, que são capazes de ocupar diferentes posições ao mesmo tempo.

Aparelho desenvolvido pela Universidade de Bristol para fazer a experiência com os fótons (Foto: Peter Shadbolt/Divulgação)

Até o momento, toda vez que um fóton era observado, se comportava ou como partícula ou como onda, mas os dois aspectos nunca tinham sido observado simultaneamente. A característica observada depende da técnica usada na medição.

Nos trabalhos publicados pela revista “Science”, dois grupos independentes conseguiram medir, simultaneamente, essas duas características da luz -- fenômeno chamado de "dualidade". Uma pesquisa foi desenvolvida pela equipe da Universidade de Bristol, na Inglaterra, e a outra por especialistas do Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França.

O avanço obtido no campo da física experimental deve ajudar os físicos teóricos a entender melhor o comportamento dos fótons, que ainda não é explicado com perfeição pelos modelos atuais.

Por tabela, avanços como esse, com o objetivo primário de testar teorias da física, podem levar ainda ao desenvolvimento tecnológico. Os pesquisadores da Universidade de Bristol, por exemplo, criaram um novo tipo de chip em seu estudo.

sábado, 22 de outubro de 2011

Nasa e Japão divulgam mais completo mapa topográfico da Terra em 3D

Imagens foram feitas por instrumento Aster, a bordo do satélite Terra.

A Nasa e o governo japonês divulgaram esta semana o mais completo mapa topográfico da Terra em 3D.

As imagens detalhadas de montanhas, vales, lagos, rios e mares foram feitas com o instrumento japonês Aster (Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer), a bordo do satélite Terra, da Nasa.

A câmera do Aster registra imagens que vão do espectro visível até o infravermelho.

O efeito tridimensional é criado através da sobreposição de imagens levemente diferentes em duas dimensões.

O projeto já mapeou 99% da massa terrestre, de 83 graus de latitude norte a 83 graus de latitude sul, usando informações como temperatura da superfície, reflectância e elevação.

Projeto já mapeou 99% da 'massa' terrestre, até 83 graus de latitude norte e sul. (Foto: Nasa / Aster (Japão))
Efeito tridimensional é criado com imagens diferentes em 2 dimensões. (Foto: Nasa / Aster (Japão))
Fonte: G1 - Mundo

Astrônomos encontram planeta ‘bebê’ momentos após nascimento

Astro tem 'apenas' dois milhões de anos e está a 450 anos-luz.
Encontrar exoplanetas tão jovens é raro na astronomia.

Astrônomos divulgaram nesta quinta-feira (20) imagens de um planeta tão jovem que pode ser considerado praticamente um recém-nascido. O planeta “bebê” está a 450 anos-luz da Terra e tem “apenas” dois milhões de anos – quase nada em termos planetários.

À esquerda, o disco de gás e poeira com um espaço vazio no meio que indica a presença de um planeta em formação. À direita, a imagem infravermelha mostra o planeta (em azul) (Foto: A. Kraus; M. Ireland 2011)

O astro orbita a estrela LkCa 15 a uma distância equivalente a que Urano está do nosso Sol.

Os cientistas dos Estados Unidos e da Austrália acreditam que ele está em seus primeiros estágios de formação, com discos de gás e poeira se acumulando e torno de um espaço vazio – o que mostra a ação da gravidade. As imagens apoiam uma das teorias sobre a formação dos planetas.

O achado é raro. É muito difícil observar “exoplanetas” (como são chamados os planetas vistos fora do nosso Sistema Solar) tão jovens, porque eles não refletem luz suficiente de suas estrelas para serem vistos.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cientistas identificam micróbios que ajudam pandas a comer bambu

Sete espécies de bactérias foram encontradas.
Apesar de ser carnívoro, animal se alimenta de bambu todos os dias.

O sistema digestivo dos pandas gigantes sempre intrigou os cientistas por ter características de animais carnívoros quando eles comem até 12 quilos de bambu todos os dias. Agora, cientistas da Academia de Ciências da China desvendaram esse mistério ao identificar os micróbios que ajudam esses ursos a digerir tanto bambu.

Os pandas, como os seres humanos, são “onívoros” – ou seja, se alimentam tanto de carne quanto de vegetais. Na classificação dos animais, eles estão na ordem dos carnívoros. Apesar disso, 99% de sua alimentação consiste de bambu.

O que despertava a curiosidade dos cientistas é o fato de o sistema digestivo da espécie não ter as enzimas necessárias para sustentar essa dieta. Para explicar isso, a equipe do pesquisador Fuwen Wei fez uma análise genética das bactérias encontradas nas fezes desses animais.

O grupo descobriu sete novas espécies de micro-organismos, até hoje encontradas apenas nos pandas gigantes. Segundo os cientistas, são elas que permitem que a espécie sobreviva comendo praticamente apenas bambu.
Panda gigante comendo bambu (Foto: Divulgação)
Fonte: G1- Ciência e Saúde

USP lança site com coleção de mais de 11 mil imagens de seres marinhos

'Cifonauta' quer expandir conhecimento sobre espécies do fundo do mar.
Mudança climática ameaça biodiversidade nesse ambiente, alerta cientista.


(Confira o vídeo clicando aqui)

Os oceanos ainda escondem muitas surpresas. Milhares de espécies de animais ainda não são conhecidas pelos cientistas, que buscam conhecer estes animais, vertebrados ou não, espalhados pelo mundo.

No Brasil, parte dos trabalhos de pesquisa realizados por especialistas na vida marinha agora estão disponíveis para o público e educadores por meio do site “Cifonauta”, que abrange mais de 11 mil fotografias de seres do mar, além de vídeos e explicações.

Com nome de uma larva marinha, o site foi desenvolvido, nas versões em português e em inglês, pelos biólogos Álvaro Migotto e Bruno Vellutini, ambos do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (Cebimar), localizado em São Sebastião, no Litoral Norte de São Paulo.
 
Além dos periódicos científicos
O banco de dados virtual mostra a fundo as espécies pesquisadas no instituto, expandindo conteúdo que antes podia ser encontrado apenas em publicações científicas, direcionadas a um público restrito.

“A nossa ideia surgiu há alguns anos, devido à carência de conteúdo científico voltado aos organismos marinhos, principalmente aqueles encontrados na biota marinha (conjunto de seres da fauna e flora) brasileira”, disse Álvaro Migotto.

Atualmente, existem 11.075 fotos, 270 vídeos de cerca de 300 espécies encontradas no país e em outras partes do mundo. “Muitas pessoas nos procuravam interessadas em imagens. Agora isto tudo fica disponível em um único local para que a população consiga visualizar e entender melhor os organismos aquáticos. Temos esperança de que o site sirva para aumentar o potencial da educação na área de biologia, além de ser uma divulgação científica”, disse o biólogo.

Imagem ampliada de parte de uma Estrela-do-mar (Foto: Álvaro Migotto)
Museu vivo virtual
Segundo Migotto, ainda há poucos trabalhos de conservação da biodiversidade marinha devido à falta de conhecimento de grande parte da população. Ele afirma que mesmo os documentários ou programas produzidos por redes de televisão mostram, principalmente, animais aquáticos que já são difundidos, como grandes peixes ou mamíferos.

“Seres unicelulares e microscópicos, considerados os mais importantes do oceano porque sustentam as cadeias alimentares, são pouco divulgados, até porque eles são muito pequenos e podem ser vistos apenas com equipamentos. É no mar que está o início da vida”, explica.

Ele afirma ainda que muitos organismos podem desaparecer com a mudança climática, devido à acidificação dos oceanos ou mesmo à elevação da temperatura no fundo do mar, o que fortalece a ideia de arquivar o histórico das espécies.

A ampliação do banco de dados vai acontecer em um primeiro momento apenas por pesquisadores e estudantes do Cebimar. “Queremos incluir dados de peixes, aves marinhas e outras espécies. Mas por enquanto não podemos gerenciar esta atividade porque o site vai continuar evoluindo”, disse o biólogo.

O endereço eletrônico é http://cifonauta.cebimar.usp.br.

Confira a galeria de imagens das espécies marinhas cadastradas pelos pesquisadores.

Fonte: G1.com - Natureza

Polêmico cientista sul-coreano anuncia clonagem de coiotes

Hwang Woo-suk falsificou resultados de uma pesquisa em 2005.
Na atual pesquisa, ele diz que clonou oito animais de espécie em extinção.

O cientista sul-coreano Hwang Woo-suk, anunciou nesta última segunda-feira (17) que conseguiu clonar oito coiotes. Os animais, conhecidos como chacais americanos, correm risco de extinção.


Hwang se tornou polêmico em 2005, quando foi centro de um escândalo científico por falsificar parte dos resultados sobre a obtenção de células-tronco a partir de embriões humanos clonados. Na época, o antigo professor de veterinária da Universidade de Seul reconheceu o erro, foi condenado pelo mal uso de recursos públicos e caiu no esquecimento.


O cientista Hwang Woo-suk, à direita, apresenta um dos coiotes que diz ter clonado (Foto: Shin Young-keun/AP Photo/Yonhap)
Na atual pesquisa, a equipe liderada pelo cientista usou material genético dos coiotes para fertilizar óvulos de cadelas comuns. Os embriões foram introduzidos em fêmeas de cães, que deram à luz aos filhotes de coiote. Hwang e sua equipe trabalham ainda na clonagem de outra espécie de canídeo selvagem africano em risco de extinção.


"Depois de seis anos de inovação, a taxa de sucesso é agora de 50%. Queremos aplicar técnicas de clonagem que aprendemos trabalhando com cães para animais que estão em risco de extinção", afirmou o sul-coreano.


O estudo foi financiado pelo governo da província sul-coreana de Gyeonggi.

Coiotes apresentados nesta segunda-feira (17) por Hwang Woo-suk (Foto: Shin Young-keun/AP Photo/Yonhap)


Fonte: G1.com - Ciência e Saúde

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Vídeo Lindo (Atualização Supresa) ;D

Olá, seguidores!
Venho aqui apenas postar este vídeo lindo que a querida amiga Denisa Sousa postou no facebook. Ele é de uma beleza incrível, espero que gostem =D



Pandas-vermelhos se 'beijam' ininterruptamente em zoo do Japão

Cena chamou a atenção dos visitantes do zoológico.
Especialistas afirmam que 'beijo' é processo de limpeza dos animais.
 
Um zoológico do Japão divulgou um vídeo que mostra dois exemplares de panda-vermelho (Ailurus fulgens), espécie também conhecida como firefox, se beijando ininterruptamente, fato que atraiu a atenção dos visitantes do local.

De acordo com o site "The Huffington Post", apesar das lambidas entre os animais, não ficou claro se os pandas estavam mesmo se beijando ou simplesmente se limpando. Especialistas ouvidos pelo site afirmam que os pandas-vermelhos têm o costume de lamber a pele para retirar sujeiras ou restos de comida que ficam ao redor da boca.

Segundo a organização ambiental União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês), os firefox são considerados vulneráveis, principalmente por atividades agrícolas que ameaçam seu habitat. Estimativa da ONG é que atualmente existem cerca de 20 mil espécimes distribuídos por todo o planeta.

Imagem mostra dois exemplares de panda-vermelho se beijando em zoológico do Japão. A espécie, também conhecida como firefox, é considerada vulnerável na natureza (Foto: Reprodução)

Chuva de meteoros sexta e sábado

Agora sim, vamos de chuva de meteoros.


Agora por esses dias, a Terra atravessa a órbita do cometa Halley, o mais famoso dos cometas, que tem um período orbital de 75-76 anos. A última passagem dele pelas vizinhanças da Terra foi em 1986. Esse cometa é assim chamado em homenagem ao astrônomo inglês Edmond Halley que não foi descobridor (existem registros antiquíssimos da passagem dele), mas sim quem calculou sua órbita prevendo que aproximadamente a cada 76 anos ele retornaria.


Quando um cometa atravessa o espaço, ele deixa para trás um rastro de partículas, que vão de minúsculos grãos de poeira a pequenas pedras. Quando a Terra intercepta esse rastro, essas partículas entram na atmosfera e com o atrito com o ar acabam evaporando. São as populares “estrelas cadentes”. Alguns conseguem sobreviver a esta entrada e acabam chegando à superfície.


Agora entre os dias 21 e 22 de outubro a Terra estará atravessando essa trilha de detritos deixados pelo Halley.



Isso significa que haverá um aumento significativo no número de meteoros por esses dias, ocorrendo a chuva Orionídeos. Na verdade, esse máximo deve ocorrer nas horas antes do amanhecer destes dias, com uma forte concorrência da Lua que está na fase crescente. Já pode ser possível notar alguns meteoros (especialmente os mais brilhantes) a partir da meia noite.


Os meteoros vão parecer todos surgirem de uma mesma região do céu, justamente na constelação de Órion, daí o seu nome.


Órion é bem fácil de achar, pois as Três Marias formam o seu cinturão. Então procure um local escuro, leve uma cadeira de praia (acredite, isso ajuda a evitar torcicolos no dia seguinte) e procure por Órion. Mesmo com a Lua atrapalhando um pouco, os Orionídeos são conhecidos por serem brilhantes e deixarem um rastro persistente no céu. Vale a pena tentar!

Britânico se torna a primeira pessoa a ser mumificada em 3 mil anos

Ex-motorista de táxi doou seu corpo para que ele fosse preservado usando técnicas do Egito antigo.
Doutor Stephen Buckley e a múmia de
Alan Billis (Foto: PA)
Um ex-motorista de táxi britânico se tornou a primeira pessoa em 3 mil anos a ser mumificada com as mesmas técnicas usadas no Egito antigo.

Alan Billis, de 61 anos, havia recebido o diagnóstico de câncer terminal nos pulmões quando viu um anúncio no jornal que pedia um doador interessado em ter seu corpo mumificado.

Apesar do susto inicial, sua esposa, Jan, apoiou a decisão.

'Sou a única mulher do país que pode dizer que tem um marido múmia.'

Documentário
O processo de transformação de Billis em múmia ao longo de meses foi filmado e será apresentado este mês na Grã-Bretanha no documentário 'Mummifying Alan: Egypt's Last Secret' ('Mumificando Alan: O Último Segredo do Egito') do Channel 4.

Alan e Jan Billis (Foto: PA)
Um dos especialistas que participaram do experimento, Stephen Buckley, passou 19 anos tentando descobrir as técnicas usadas pelos egípcios, analisando múmias e amostras de tecidos, antes de aplicar seus conhecimentos no corpo de Billis, no Instituto Médico-Legal de Sheffield.

A pele do britânico foi coberta com óleos e seu corpo, imerso em um banho de sal por mais de um mês para desidratá-lo.

Em seguida, o corpo foi envolto em tecido - como uma múmia clássica - ficando protegido de luz e de insetos. A esposa de Billis fez então uma visita e deixou fotografias e desenhos feitos por seus netos.

Após três meses, o processo foi considerado completo.

'A pele tinha essa aparência de couro, o que indica que ele estava completamente mumificado. Isso me deixa completamente seguro de que seus tecidos foram mumificados corretamente e de forma muito bem sucedida', disse o patologista forense Peter Vanezis, que participou do programa.

'Faraó'
Alan Billis disse que uma de suas grandes motivações para doar seu corpo para mumificação foram seus netos.

'Talvez isso dê a eles uma ideia de quem foi seu avô. Não sei. Eles provavelmente vão contar a alguém na escola que 'meu avô é um faraó'. Esse é meu legado, eu acho', disse ele.

A esposa de Billis inicialmente relutou em ver o corpo do marido mumificado, mas seis meses após sua morte decidiu visitar o corpo e tocou sua mão.

Ela acredita que o marido teria aprovado o resultado.

'Ele teria ficado jubilante.'

Os cientistas acreditam que as técnicas utilizadas no experimento podem ser úteis para o desenvolvimento de uma alternativa ao formol para a preservação de tecidos.

sábado, 8 de outubro de 2011

Filhote de leão contrabandeado recebe tratamento médico no Líbano

Com cinco semanas de vida, animal seria tratado como bicho de estimação.
O pequeno mamífero será encaminhado em breve para a África do Sul.

Com cinco semanas de vida, o filhote de leão, ainda sem nome, olha diretamente para a câmera em um centro de cuidados médicos para animais localizado em Beirute, no Líbano. A imagem foi feita nesta sexta-feira (7).

De acordo com uma organização de proteção dos animais, o pequeno mamífero foi encontrado pela polícia em um carregamento proveniente da Síria. O leão estava sendo contrabandeado para o Líbano, onde seria utilizado por um comprador não identificado como animal privado.

O leãozinho ainda receberá cuidados no país antes de ser enviado a um santuário da vida animal na África do Sul.
Ainda sem nome, o filhote de leão com cinco semanas de vida recebe tratamento médico no Líbano. De acordo com uma organização ambiental do país, o pequeno mamífero foi contrabandeado para da Síria e seria utilizado como animal de estimação por um comprador ainda não identificado. (Foto: Jamal Saidi/Reuters)