Mostrando postagens com marcador oceanografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador oceanografia. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de novembro de 2012

Tartarugas recém-nascidas podem salvar espécie, dizem especialistas

Réptil do Pacífico já sumiu do Canadá e está em risco nos EUA e México.
Barragens, drenagens, predadores e plantas invasoras reduzem população.


Filhotes de tartaruga do Pacífico (Actinemys marmorata) que acabaram de nascer no Zoológico de Oregon, nos EUA, podem ajudar a salvar a espécie ameaçada de extinção, acreditam especialistas. As informações são do site do jornal britânico "Daily Mail".

Entre os fatores que levaram à diminuição das tartarugas, estão a construção de barragens em rios, a drenagem de regiões alagadas (como charcos e pântanos) e a presença de plantas invasoras e predadores naturais.Os animais são pouco maiores que uma moeda e fazem parte de um programa criado há 20 anos para recuperar a espécie, que já foi prevalente em toda a costa oeste da América do Norte, mas desapareceu do Canadá e está em risco nos EUA e no México.






Os filhotes recém-nascidos serão cuidados pelo zoológico de Oregon até o fim desta estação e, depois, serão devolvidos à natureza com um transmissor eletrônico, que informará a localização deles. Nos últimos 20 anos, o local já lançou ao mar 1.500 tartarugas, e os especialistas preveem que 95% tenham sobrevivido.

Apenas a população na região de cânions Columbia River Gorge, nos estado de Oregon e Washington, passou de 150 em 1990 para 1.500 no ano passado.

O programa de reprodução do zoológico busca que esses répteis cheguem aos níveis anteriores de população. Apesar de as tartarugas da espécie viverem em média 70 anos, só começam a se reproduzir a partir dos 10.

Na vida adulta, os animais chegam a ter de 6 a 8 metros de comprimento e a pesar 2,4 kg. O problema é que, como eles crescem lentamente, ficam muito vulneráveis aos predadores e a riscos em geral. Outro problema é que muitos espécimes ficam isolados e, por isso, têm dificuldade de achar um companheiro para acasalar.

Essa espécie costuma fugir de seres humanos e muitas vezes é encontrada em terrenos de lodo ou sob rochas e troncos submersos. Os animais têm hábitos onívoros, ou seja, comem insetos, lagostas e outros invertebrados aquáticos, peixes, girinos e sapos.

As fêmeas depositam de 5 a 13 ovos duas vezes por ano e pode viajar até 1 km e 90 metros acima da fonte mais próxima de água para pôr os ovos. As mães também gastam um bom tempo preparando o ninho com vegetação, para dificultar que os predadores o encontrem.

sábado, 1 de outubro de 2011

Golfinhos morrem após encalhe em praia da Indonésia

Segundo autoridades, 23 animais ficaram presos em um banco de areia.
Sete espécimes foram resgatados com vida e devolvidos ao mar.


 
Nesta quinta-feira (29), autoridades ambientais enfileiram corpos de golfinhos que encalharam em uma praia de Ujong Kulon, na província de Banten, na Indonésia. De acordo com a imprensa local, 23 espécimes encalharam no banco de areia, mas 16 morreram. Os demais foram devolvidos ao mar (Foto: Stringer/Reuters)

Uma vala foi aberta em uma praia de Ujong Kulon nesta quinta-feira (29) para enterrar os corpos dos golfinhos mortos (Foto: Stringer/Reuters)

Fonte: G1 Natureza

Baleia-jubarte albina rara é encontrada na costa da Austrália

Animal foi flagrado por homem que navegava com a família no leste do país.
Filhote de mamífero foi achado perto da Grande Barreira de Corais.


O australiano Wayne Fewings encontrou uma baleia-jubarte albina enquanto navegava com a famílias pelas águas das Ilhas Whitsunday, na costa leste da Austrália.

Este animal é raro de ser detectado. O mamífero que Fewings viu era um filhote, que especialistas acreditam ter apenas algumas semanas de idade. O animal estava próximo à Grande Barreira, considerada a maior e mais preservada colônia de corais do mundo.

A região é conhecida pela presença de outra baleia-jubarte albina chamada Migaloo. A legislação australiana protege esses animais contra a pesca, que costumam frequentar a costa de Queensland, um dos estados australianos com litoral no leste do país.
Baleia-jubarte é flagrada no momento do salto na costa australiana. (Foto: Wayne Fewings / via AFP Photo)

Fonte: G1 Natureza

sábado, 24 de setembro de 2011

Cientistas veem comportamento promíscuo e bissexual em lula

Estudo indica que espécie que vive no fundo mar se acasala tanto com pares do mesmo sexo como do sexo oposto.
Estudo foi feito com imagens submarinas de lulas
coletadas durante 20 anos. (Foto: MBARI / via BBC)
Cientistas americanos que observaram a vida sexual de uma espécie de lula que vive nas profundezas afirmam que os animais mantêm sexo tanto com machos como fêmeas e possuem hábitos sexuais promíscuos.

As conclusões dos especialistas foram feitas estudarem imagens submarinas das lulas de águas profundas, conhecidas comoOctopoteuthis deletron, colhidas ao longo de 20 anos.

Entre as explicações encontradas para o fenômeno estão a de que os acasalamentos nas águas profundas são raros e realizados em um ambiente pouco favorável e a de que as lulas não seriam capazes de distinguir o sexo de seus pares na escuridão das águas profundas.

A pesquisa, publicada na revista especializada Biology Letters, foi possibilitada graças às imagens registradas por submarinos operados remotamente no cânion de Monterey, na região costeira da Califórnia, a profundidades que variam entre 400 e 800 metros.

Até recentemente, pouco se sabia sobre a vida sexual da espécie, exceto pelo fato de que os machos usam um órgão comprido, semelhante a um pênis, para depositar na fêmea espermatóforos, uma cápsula contendo milhões espermatozoides, absorvidos pela fêmea em seu tecido.

O pesquisador que comandou o estudo, Hendrik Hoving, do Instituto Aquático da Baía de Monterey, explicou que sua equipe não chegou a obter imagens dos animais se acasalando, mas encontrou traços de cápsulas de espermatozoide tanto em fêmeas como em machos.

Acasalamento bissexual
"Como a localização das cápsulas de espermatozoide são similares em ambos os sexos, nós concluímos que os machos acasalam tanto com machos como fêmeas", afirmou Hoving.

Os pesquisadores descobriram o mesmo número de espermatóforos depositados em machos e fêmeas, o que indicaria que o acasalamento entre pares do mesmo sexo seria tão frequente quanto o realizado entre pares do sexo oposto.

E o número de cápsulas de espermatozoide depositadas também sugere que os animais seriam promíscuos, segundo os pesquisadores.

O comportamento incomum, afirmam eles, pode ser explicado pelo fato de que a lula está tentando ampliar as suas chances de passar adiante os seus gentes em meio ao ambiente desfavorável em que vive.

Na pesquisa, os especialistas afirmam que "no habitat profundo e escuro onde o Octopoteuthis deletron vive, os machos são poucos e estão espalhados".

"Nós sugerimos que o acasalamento bissexual do O. deletron faz parte de uma estratégia de reprodução que maximiza o sucesso ao induzir os machos a inseminar indiscriminadamente cada lula que encontram".

Fonte: BBC

Baleias saem da Antártica e seguem até mar na Colômbia para reprodução

Cerca de 800 jubartes vão anualmente até a baía de Málaga, no Pacífico.
Os mamíferos aquáticos viajam 8 mil km desde o Polo Sul.


A baía de Málaga, localizada a 550 km de Bogotá, na Colômbia, começou a receber as primeiras baleias-jubarte para reprodução. Os animais frequentam a costa colombiana, banhada pelo Oceano Pacífico, após viajarem 8 mil km desde o Oceano Antártico.

Nesta quinta-feira (22), cetáceos se exibiram na baía, para alegria dos moradores da região. De acordo com Lilian Flores, diretora da Fundação Jubarte, a taxa de natalidade de baleias na área de proteção varia entre 19% e 28%. O número é um dos maiores do mundo, segundo a especialista.

No mês de junho, os animais começaram a aparecer para acasalamento e no fim da gravidez, dez ou 12 meses depois, retornam para dar à luz. Anualmente, cerca 800 cetáceos vão até a região. A União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês), estima que existam entre 21 mil e 60 mil exemplares da espécie no mundo.

Cauda de baleia-jubarte é vista na baía de Málaga, na Colômbia (Foto: Luis Robayo/AFP)

Cerca de 800 animais vão até o local, no Oceano Pacífico, todos os anos para reprodução (Foto: Luis Robayo/AFP)
 Fonte: G1.com

domingo, 4 de setembro de 2011

Cabo Pulmo, o paraíso da vida marinha

Reserva marinha mexicana quintuplica em dez anos o número de peixes


A reserva marinha Parque Nacional Cabo Pulmo, na costa oeste do México, praticamente quintuplicou o número de peixes em dez anos, segundo estudo da Universidade da Califórnia, em San Diego, Estados Unidos.

O projeto de recuperação surgiu a partir do entusiasmo e dedicação da população local que, incomodada pela devastação do ecossistema, estabeleceu o parque em 1995 e, desde então, se dedica a protegê-lo.

"As mudanças mais importantes que observamos é que o número de espécies no parque quase duplicou e o número de indivíduos e seu tamanho, que em conjunto são os quilos de peixes, aumentaram mais de 460%", conta o biólogo marinho Octavio Aburto-Oropeza, do Instituto Scripps.

Experiência inspiradora
Cabo Pulmo tem 71 km² e é quase 70 vezes maior do que a maioria das reservas estudadas até hoje.

As espécies mais comuns na área são garopa do golfo (Mycteroperca jordani), garopa sardineira (Mycteroperca rosacea), pargo cinza (Lutjanus novemfasciatus), pargo amarelo (Lutjanus argentiventris) e cavalinha (Seriola lalandi).

"É surpreendente que as comunidades de peixes em um recife superexplorado possam se recuperar até chegar a níveis comparáveis com aos de recifes remotos, onde nunca ocorreu a pesca humana", avaliou Aburto-Oropeza.

Aburto-Oropeza diz que a criação de áreas marinhas pode "elevar significativamente a produtividade dos oceanos, gerando benefícios econômicos para as comunidades costeiras".

"Poucos legisladores no mundo estão conscientes de que o tamanho e a abundância dos peixes pode aumentar extraordinariamente em muito pouco tempo, a partir do momento em que se estabelece a proteção ambiental e se cria uma reserva marinha", defende.


A população local cuida da reserva e ajuda a reduzir a contaminação, protegendo as espécies em perigo.

Nesta fotografia, tubarões se aproximam da superfície e podem ser vistos sob a água cristalina.
A reserva é lar de leões-marinhos, como estes da fotografia, que tomam sol sobre uma pedra.
A reserva é lar de leões-marinhos, como estes da fotografia, que tomam sol sobre uma pedra.
Para especialistas, o projeto ensina que o sucesso de iniciativas semelhantes depende do envolvimento das comunidades locais.
Um estudo detalhado sobre Cabo Pulmo pode ser encontrado na publicação especializada 'PLoS One Public Library of Sciences'.
Fonte: Msn.com
Fotos de: BBC Brasil

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Planeta tem 8,7 milhões de espécies conhecidas, aponta levantamento



"Olá pessoal, como estão? Espero que bem. Estou só passando para dizer que essa semana está corrida e que não estou tendo muito tempo de postar, mas sempre que aparecer uma brecha estarei postando algo novo para vocês. Não sei ao certo, mas acho que hoje vai ser apenas isso, espero que não.Amanhã a noite postarei outra coisa e o final de semana será recheado de notícias, curiosidades e muito mais.

See you later!"


Contagem vale para seres com membrana celular e exclui bactérias e vírus.

Trabalho de dez anos foi feito pelo Censo da Vida Marinha.

O mundo possui 8,7 milhões de espécies vivas - com 6,5 milhões delas vivendo na terra e 2,2 milhões na água - segundo um levantamento divulgado nesta terça-feira. A contagem exclui animais procariontes - que possuem células sem membrana para cercar o núcleo, local onde se encontra os cromossomos - como bactérias e vírus. Os dados do "censo" foram foram publicados na revista de livre acesso PLoS Biology.

Os dados foram reunidos pela equipe do Censo da Vida Marinha, responsável por divulgar em 2010 um mapa da distribuição das espécies em 25 áreas do mundo. Coordenados por Camilo Mora, cientista da Universidade do Havaí, os censores afirmam ter o número mais preciso já obtido por taxonomistas

Mas o número está longe de ser definitivo. Os mesmos cientistas que fizeram a contagem acreditam que ainda existem 91% espécies aquáticas e 86% terrestres a serem descobertas, descritas e catalogadas. Há também uma "margem de erro" na contagem atual: podem existir 1,3 milhão de espécies a mais ou a menos.

Espécie de arroz selvagem conhecida como 'Oryza officinalis' na literatura científica. (Foto: PLoS Biology)


Importância
Até então, a estimativa das espécies conhecidas na Terra era baseada na opinião de cientistas, o que tornava o número total de espécies um mero chute, já que as estimativas variavam de 3 milhões até 100 milhões de seres vivos.

Para a equipe de Camilo Mora, a humanidade se esforça para preservar os animais, mas não faz ideia exatamente sobre quantas espécies existem. "Se nós não soubéssemos - mesmo a ordem de grandeza (1 milhão, 10 milhões, 100 milhões) - dos habitantes de uma nação, como iríamos planejar o futuro de um país?", explica o cientista.

A incerteza se reflete até mesmo em trabalhos minuciosos como da União Internacional para a Conservação da Natureza, que fez um trabalho para conhecer as espécies conhecidas e listar as ameaçadas.

Conhecida como Lista Vermelha, a relação indica a existência de 59.508 espécies monitoradas, 19.625 delas em perigo de extinção. Isso significa que apenas 1% dos seres vivos conhecidos recebe algum tipo de controle de uma das principais instituições do ramo.

O nome e a classificação de uma espécie ainda segue o esquema definido pelo taxonomista sueco Carolus Linnaeus (Carlos Lineu em português) há 253 anos (1758). A taxonomia de Lineu - com dois nomes em latim para descrever a espécie, escritos em itálico - serviu para identificar, até agora, 1,25 milhão de espécie. Dessas, um milhão são terrestres e 250 mil são aquáticas.

Outras 700 mil espécies já teriam sido descobertas, mas a descrição e a classificação ainda não chegaram aos bancos de dados principais no mundo.

Para resolver o problema usando as técnicas atuais, seriam necessários 300 mil taxonomistas, trabalhando durante 1,2 mil anos e gastando um total de US$ 364 bilhões. Mas o desenvolvimento de técnicas de pesquisa com o DNA dos animais já começou a reduzir os custos para identificar os seres vivos.

Camilo Mora destaca que o conhecimento das espécies é vital para entender os processos ecológicos e evolutivos e tentar garantir a sobrevivência da diversidade das espécies. Ele destaca que muitos seres vivos nascem, vivem, geram descendentes, morrem e são extintos sem que os humanos sequer os conheçam.

Veja como foi feita a divisão das espécies conhecidas do domínio Eucariota (animais com membrana nuclear):

  • - Animais: 7,7 milhões de espécies (953.434 descritas e catalogadas)
  • - Plantas: 298 mil espécies (215.644 descritas e catalogadas)
  • - Fungos: 611,000 espécies (43.271 descritas e catalogadas)
  • - Protozoários: 36.400 espécies (8.118 descritas e catalogadas)
  • - Cromistas: 27,500 espécies (13.033 descritas e catalogadas)

sábado, 13 de agosto de 2011

Biólogos Russos retratam fundo do Mar

As belezas do fundo do mar se tornaram ainda mais nítidas. O biólogo marinho russoAlexander Semenov se juntou a colegas por dois anos para registrar em foto a vida na congelada Estação Biológica do Mar Branco, no noroeste da Rússia.

A região permanece sob neve durante seis meses ao longo do ano e para realizar seu projeto, Semenov teve de enfrentar águas com temperaturas entre 2 e 30 graus negativos. Como prêmio, registrou o que pode ser visto em pouquíssimos pontos do planeta.

As imagens captadas em condições tão adversas foram publicadas em livro em processo de tradução para o inglês. Enquanto a obra não chega do lado de cá do mundo, você confere algumas das belas imagens feitas pelos pesquisadores.











Fonte: GreenStyle

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Fotos da Semana II

Raia-jamanta (Manta birostris) de quatro metros de comprimento é fotografada durante mergulho no litoral das Maldivas


Mergulhador fotografa raia-jamanta encontrada no litoral das Maldivas


Mergulhador encontra tubarão-baleia de seis metros de comprimento na baía Hanifaru, nas Maldivas


Todos os anos, centenas de tubarões-baleias e raias se reúnem entre julho e agosto para se alimentar de plâncton


Tubarão-baleia é visto por mergulhadores no litoral das Maldivas

Fotos de David Loh/Reuters

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Fotos da Semana

Fotos de David Doubilet


Nem preciso falar nada, né?!
Essas fotos foram retiradas do site da National Geographic Brasil.
As fotos foram tiradas na Grande Barreira de Corais da Austrália, um paraíso que corre perigo.
Veja a matéria completa clicando aqui.

Este peixinho está entre os vários milhares de espécies do recife.
Cheilinus undulates

Largas faixas de coral, visíveis ao largo da costa leste da Austrália, assinalam o limite entre a plataforma continental e as águas mais profundas.
Peixes-cardeal reluzem contra uma gorgônia em um recife. A cor vívida deste coral mole dá a impressão de que ele é tóxico para as criaturas tentadas a mordiscar sua ramagem.
Rhabdamia gracilis (peixes); Subergorgia sp. (coral)

Peixinhos verde-azulados se refugiam em um aglomerado de coral duro no Great Detached Reef. Peixes maiores passam por cima.
Um pepino-do-mar de 0,5 metro lança milhares de ovos na corrente. Este parente da estrela-do-mar - dotado de papilas sensoriais protuberantes - se reproduz em massa.
Holothuria fuscopunctata

A cada ano, após uma ou duas noites de lua cheia, corais pétreos, como o Acropora millepora, liberam pacotes de ovos e esperma em uma orgia de reprodução em massa. Os ovos fertilizados, depois de se acomodar, dão origem a outras colônias.


Atraído pelo cheiro, um tubarão-tigre de 3 metros aproxima-se da borda do recife para se banquetear com a carne de um cachalote morto. As migalhas de alimento que ele deixa cair servem de nutrição aos moradores menores do recife.
Galeocerdo cuvier


O sorriso arreganhado de um peixe-papagaio-de-seis-linhas revela dentes usados para raspar as algas nas rochas. Embora às vezes prejudicial aos corais, sem a atividade desses peixes a proliferação das algas aos poucos sufocaria o recife.
Scarus frenatus