sábado, 20 de agosto de 2011

Anatomia Humana - Animações em 3D da 3B Scientific

As animações 3D da 3B Scientific são sensacionais, passando principalmente a impressão da relação espacial de estruturas anatômicas específicas. Faça o download das animações na versão de proteção de tela ou projetor ou recomende-as a um amigo que possa estar interessado. 

Para poder assistir as animações 3D, você precisará dos programas Macromedia ou Adobe-Plugin Shockwave.
Explosão do Crânio

“Exploda” o crânio e una-o de novo. Você também pode girar o modelo livremente em até 360º, para observar todos os lados do crânio “explodido”. E é claro que também é possível fazer um zoom do crânio, para ver todas as estruturas bem de perto. Clique para interagir!

O Torso
Faça o zoom do torso e gire-o, para ir descobrindo todos os seus detalhes. Desmonte o modelo e veja de perto a disposição dos órgãos e partes internas. Conheça de perto o cérebro, pâncreas, estômago, pulmões, coração e muito mais. Clique para interagir!

O Cérebro Humano
Observe os lobos frontal, parietal, temporal e occipital. Faça o zoom e penetre no cerebelo, para examinar todos os seus detalhes e ver as minúcias do tronco cerebral. Modelo natural digitalizado de um cérebro humano. Clique para interagir!

O Ombro
Observe os músculos subescapular. infra-espinhoso, supra-espinhoso e redondo menor, a escápula/clavícula e o úmero de diversos ângulos. Clique em animação para as peças se separarem. Clique para interagir!

O Coração
Dê uma olhada no coração humano! Faça o zoom e penetre nos ventrículos e aurículas. Conheça e compreenda as inter-relações topográficas dos vasos sanguíneos, como por exemplo, veia cava, aorta e a cavidade torácica. Clique para interagir!

O Olho
Representação animada que ajuda a melhorar a compreensão anatômica do olho humano. Desmonte o olho e observe a esclera, coróide, cristalino e vítreo. O processo de visão também é ilustrado, mostrando um feixe de luz passando pelo cristalino projetado sobre a retina. Clique para interagir!

A Orelha
Retire a membrana do tímpano e volte a colocá-la no lugar. Essa animação representa estruturas anatômicas, como por exemplo, o tubo auditivo externo, cóclea ou nervo auditivo ou do equilíbrio (labirinto). Observe o ouvido interno, médio e externo desde todos os ângulos. Clique para interagir!

Anatomia Humana de um jeito diferente

Olá pessoal, como estão? Espero que bem. Hoje vou postar umas fotos de anatomia humana bem interessantes. Eu as vi num site a muito tempo atrás e nunca mais achei. Hoje pelo acaso as encontrei. Espero que gostem delas, são bem artísticas, bem interessantes.
Abraços e beijos








Glóbulo Branco atacando bactéria

Bom, como alguns sabem, outros não, gosto muito da área de análises clínicas, microbiologia, imunologia, área forense (que pretendo trabalhar e tals), vim postar um vídeo super legal de um glóbulo branco atacando uma bactéria. O vídeo é de 2006 mas achei interessante mostrar ele aqui no blog " )

Ele mostra um glóbulo branco (ou leucócito) “caçando” uma bactéria (o ponto preto que parece ter um tique nervoso). As outras células que estão à volta e nada fazem são os glóbulos vermelhos (ou hemácias):



Bacana, não? Para o caso do vídeo acima ficar indisponível, fiz algumas imagens para ilustrar a “caçada”:

Para quem faltou às aulas de biologia, os glóbulos brancos são células responsáveis pela defesa do organismo e se dividem em vários tipos. O que é mostrado no vídeo, por exemplo, é um neutrófilo. Elas têm o poder de se mover e capturar qualquer microorganismo que represente uma ameaça, no melhor estilo PacMan.

Já os glóbulos vermelhos, aqueles que ficaram de “figurantes” na caçada mostrada no vídeo, e têm como principal função levar oxigênio para todo o corpo.

Pois é, enquanto você lê este texto, há verdadeiras batalhas épicas acontecendo bem aí, dentro do seu corpo. Sem tropas… digo, sem glóbulos brancos em quantidade suficiente, não preciso nem dizer o que acontece, né?

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Foto aérea registra aglomeração com 5 mil morsas no Alasca

Derretimento do gelo força migração de animais marinhos para terra.
Fenômeno pode causar mortes de exemplares, diz agência norte-americana.

Grandes rebanhos de morsas começaram a se reunir na costa do Alasca, deixando de lado o gelo do mar rumo à areia. Na última quarta-feira, o Laboratório Nacional de Mamíferos Marinhos, dos Estados Unidos, fez uma foto aérea na região do Mar Chukchi, na praia de Point Lay, de um rebanho com aproximadamente 5 mil morsas. A imagem foi divulgada nesta sexta-feira (19).

O fenômeno de migração desses animais marinhos para a terra passou a ocorrer com mais frequência depois que o gelo marinho das regiões costeiras, encontrado sobre águas rasas, passou a derreter mais rapidamente e rumar para regiões da Bacia do Ártico com profundidade maior (acima de 3 mil metros). Cientistas afirmam que o fato é reflexo do aquecimento global.
Imagem divulgada nesta sexta-feira (19) de um aglomerado de morsas na costa do Alasca. Derretimento do gelo em regiões com água rasa tem fomentado a migração destes animais marinhos para ambientes terrestres (Foto: AP)

As morsas podem mergulhar até 600 metros de profundidade em busca de alimentos. Entretanto, as plataformas continentais de gelo ficam em regiões com profundidade de 10 mil pés ou mais.

Segundo Bruce Woods, porta-voz do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos, o aglomerado de animais oferece risco de vida aos espécimes. Em 2009, quando este fenômeno foi registrado pela segunda vez (a primeira vez ocorreu em 2007), mais de 130 morsas morreram esmagadas em um distúrbio que pode ter sido causado por ursos polares, caçadores humanos ou mesmo devido ao sobrevoo de uma aeronave na região.
Morsas podem mergulhar até 600 metros de profundidade, mas com o derretimento do gelo, as plataformas glaciais tem rumado para áreas com profundidade de 3 mil metros na Bacia do Ártico (Foto: Reuters)
Fonte: G1.Globo.com

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Cientistas criam 1º animal com informação artificial no código genético

A técnica poderia dar aos biólogos controle total sobre as moléculas em organismos vivos.

Imagem do verme 'Caenorhabditis elegans', queteve o seu código genético manipulado cominformações artificiais. (Foto: BBC)

Pesquisadores da Universidade de Cambridge (Grã-Bretanha) criaram o que alegam ser o primeiro animal com informação artificial em seu código genético.

A técnica, segundo os cientistas, pode dar aos biólogos "controle átomo por átomo" das moléculas em organismos vivos.

O trabalho da equipe de pesquisadores usou vermes nematoides e foi publicado na revista especializada Journal of the American Chemical Society.

Nos organismos naturais vivos, são encontrados apenas 20 aminoácidos, unidos em diferentes combinações para formar as dezenas de milhares de proteínas diferentes necessárias para manter a vida.

Mas os pesquisadores Jason Chin e Sebastian Greiss fizeram um trabalho de reengenharia da máquina biológica do verme para incluir um 21º aminoácido, não encontrado na natureza.

Os vermes, da espécie Caenorhabditis elegans, têm um milímetro de comprimento, com apenas mil células formando seu corpo transparente.

Segundo o estudo, o que torna o animal único é que seu código genético foi estendido para criar moléculas biológicas que não são conhecidas no mundo natural.

Genes são as unidades hereditárias dos organismos vivos que os permitem construir o seu mecanismo biológico - as moléculas de proteína - a partir de "blocos de construção" mais simples, os aminoácidos.


Proteína

Jason Chin, do Laboratório de Biologia Molecular da Universidade de Cambridge, afirma que a técnica tem um potencial transformador, pois proteínas poderão ser criadas sob controle total dos pesquisadores.

Mario de Bono, especialista em vermes Caenorhabditis elegans e que também trabalha no Laboratório de Biologia Molecular, afirma que este novo método poderá ser aplicado em uma ampla variedade de animais.

No entanto, até o momento, esta é apenas uma prova de um princípio. A proteína artificial que é produzida em cada célula do minúsculo corpo do verme contém um corante fluorescente que brilha em uma cor de cereja quando colocada sob a luz ultravioleta. Se o truque genético tivesse fracassado, não haveria o brilho.

Chin afirma que qualquer aminoácido artificial poderia ser escolhido para produzir novas propriedades específicas, e De Bono sugere que esta abordagem agora pode ser usada para introduzir em organismos proteínas criadas que podem ser controladas pela luz.

Os dois pesquisadores agora planejam colaborar em um estudo detalhado de células neurais no cérebro do nematoide, com o objetivo de ativar ou desativar neurônios isolados de forma precisa e com minúsculos flashes de laser.

Fonte: Biólogos.bio