sábado, 8 de outubro de 2011

Descobertas duas novas espécies de sapo na Austrália

Anfíbios vivem no extremo norte do país.
Segundo cientista, eles são adaptados para viver em rochas.

Duas novas espécies de sapos que vivem na floresta do Cabo York, no norte da Austrália, foram descritas em edição recente da revista “Zootaxa”. Elas foram batizadas de Cophixalus kulakula e Cophilaxus pakayakulangun, e são parentes próximas entre si, embora vivam em lugares distintos.

Por outro lado, as espécies não se assemelham a outras espécies da região, o que leva a crer que tenha evoluído isoladamente – tão isoladas que sequer a população de aborígenes da área as conhecia.

Suas patas grandes e longas demonstram que os sapos estão adaptados a viver em rochas. Para a família a que pertencem, são relativamente grandes – medem cerca de 4 centímetros de comprimento. Seu principal alimento são as formigas.

Cophixalus kulakula
Cophixalus pakayakulangun
Fonte: G1.com - Natureza

Zoo chinês apresenta doze pandas recém-nascidos

Sob risco de extinção, animais são considerados 'tesouro nacional' na China.

Pandas recém-nascidos foram tratados na província
de Chengdu, na China. (Foto: Reuters / via BBC)

Um centro de reprodução animal em Chengdu, na China, exibiu ao público 12 filhotes de panda recém-nascidos.

Os animais, que nasceram de mães diferentes e em diferentes dias, encantaram os visitantes do lugar.

Segundo o estabelecimento, os animais nasceram saudáveis e estão ganhando peso a cada dia.

Com os 12 novos filhotes, o centro de reprodução tem agora 108 pandas.

Esses ursos são considerados um tesouro nacional na China e uma espécie em risco.

Há dez anos, o país tinha 1,6 mil pandas. Um novo censo está sendo realizado para saber quantos existem atualmente.

Veja o vídeo na íntegra aqui!

Cientistas registram raios de alta energia que desafiam teoria atual

Pulsar emite raios gama com energia superior a 100 bilhões de elétrons-volt.
Fenômeno ocorre na Nebulosa do Caranguejo.

Uma descoberta publicada nesta semana pela revista Science desafia as atuais teorias da astrofísica. Com dados do telescópio Veritas, nos EUA, uma equipe internacional de pesquisadores detectou pulsos de raios gama com energia superior a 100 bilhões de elétrons-volt na Nebulosa do Caranguejo. Essa energia é um milhão de vezes maior do que um raio-X usado na medicina.

Ilustração de como seria pulsar feita sobre uma foto da Nebulosa do Caranguejo, tirada pelo telescópio Hubble (Foto: David A. Aguilar (CfA) / Nasa / ESA)
 
“É a primeira vez que raios gama de energia muito alta foram detectados num pulsar – uma estrela de nêutrons que gira rapidamente, que tem o tamanho de uma cidade e massa maior que a do Sol”, disse Frank Krennrich, da Universidade do Estado de Iowa, nos EUA, um dos autores do estudo.

Segundo ele, o conhecimento que a ciência tem hoje sobre os pulsares não explica uma emissão tão alta de energia. Nenhuma emulsão com mais de 25 bilhões de elétrons-volt tinha sido encontrada até hoje nessa nebulosa.

"Os resultados colocam novos obstáculos sobre o mecanismo de como a emulsão de raios gama é gerada", completou Nepomuk Otte, outro autor da pesquisa.

Fonte: G1.com - Ciência e Saúde

Cientistas mostram 'capa da invisibilidade' com nanotecnologia

Modelo utiliza o mesmo princípio responsável pelas miragens.
Folha de nanotubos de carbono foi utilizada pela Universidade de Dallas.

Cientistas da Universidade de Dallas demonstram 'capa da invisibilidade' (Foto: Reprodução)


Cientistas da Universidade de Dallas, nos Estados Unidos, demonstraram um modelo funcional de uma "capa da invisibilidade", criada a partir de folhas de nanotubos de carbono. O modelo utiliza o mesmo fenômeno responsável pelas miragens do deserto para esconder objetos.

Os pesquisadores, que apresentaram os resultados do estudo na revista científica Nanotechnology de outubro de 2011, fizeram um vídeo demonstrando a capacidade dos nanotubos de carbono de "esconder" objetos.


O modelo utiliza tubos microscópicos (ou nanotubos) envoltos em folhas com espessura de uma molécula de carbono. O material tem propriedades únicas: apesar de ter a mesma densidade do ar, ele é rígido como o aço. Com ampla capacidade de conduzir e transferir calor para o ar ao seu redor, os nanotubos de carbono são capazes de provocar o tal "efeito miragem".

As miragens, geralmente observadas em desertos ou mesmo em superfícies de asfalto ou concreto, são um provocadas por um fenômeno da ótica no qual os raios de luz são curvados e produzem uma imagem de um objeto distante ou do céu.

O exemplo mais comum é quando um observador pensa estar vendo uma superfície coberta por água, como uma lagoa, no chão. Isso ocorre porque o ar perto do chão é mais quente que o ar acima, fazendo com que os raios de luz se curvem em direção ao olho do observador, em vez de simplesmente refletirem no chão. O resultado é que a pessoa enxerga parte do céu no lugar do chão, e, com a ajuda do cérebro, chega a acreditar que trata-se de um lago.

Por meio de estimulação elétrica, a folha transparente de nanotubos de carbono pode atingir altas temperaturas. Ao transferirem o calor para o ambiente ao seu redor, ela provoca o efeito miragem, fazendo com que os objetos colocados atrás da folha fiquem invisíveis. Com o fim do estímulo elétrico, a folha perde imediatamente seus "poderes".

"A pesquisa nos mostra ainda que podemos otimizar as folhas de nanotubos de carbono para aplicações como projetores termoacústicos em auto-falantes e sonares, com o som sendo produzido por meio de calor modulado por uma corrente elétrica alternada", afirma o autor da pesquisa, Ali Aliev.

Um porta-voz do Instituto de Física (IOP), órgão responsável pela publicação da pesquisa, classificou os resultados do estudo como "notáveis".

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O mundo dos fungos

Cientista revela beleza escondida dos fungos em fotos

O cientista Steven L. Stephenson, da Universidade do Arkansas, nos Estados Unidos, retratou um mundo pouco conhecido: o dos fungos

"As pessoas não sabem muito sobre o terceiro reino do planeta. Mas os fungos são muito mais interessantes do que a maioria das pessoas percebe", afirmou Stephenson, professor de ciências biológicas da universidade americana

Em seu livro 'The Kingdom Fungi: The Biology of Mushrooms Molds and Lichens', Stephenson explica e mostra um pouco mais os fungos, suas formas, o papel na natureza e a influência nos humanos

"Não se pode fugir dos fungos. Os esporos estão no ar, à sua volta, agora. Mas não os notamos até que eles fazem uma aparição mais óbvia", disse o biólogo

Esta "aparição" ocorre quando os esporos caem em algum lugar onde possam encontrar alimento, seja um pedaço de madeira apodrecendo na floresta ou o pão esquecido no armário
Os fungos também tem um papel essencial nos ecossistemas, pois são responsáveis pela decomposição de vegetais e reciclam os nutrientes de volta para o solo, o que permite o crescimento das plantas. Sem eles, as florestas morreriam

"Se você remover estes fungos, todos os ecossistemas da Terra seriam bem diferentes", disse o cientista
O cientista Steven L. Stephenson, da Universidade do Arkansas, nos Estados Unidos, retratou um mundo pouco conhecido: o dos fungos

Em seu livro 'The Kingdom Fungi: The Biology of Mushrooms Molds and Lichens', Stephenson explica e mostra um pouco mais os fungos, suas formas, o papel na natureza e a influência nos humanos

'As pessoas não sabem muito sobre o terceiro reino do planeta. Mas os fungos são muito mais interessantes do que a maioria das pessoas percebe', afirmou Stephenson, professor de ciências biológicas da universidade americana
Fonte: Msn.com