sábado, 24 de setembro de 2011

Nebulosa apresenta formas de pássaro em foto de observatório


Região é conhecida como Nebulosa da Galinha Fugitiva.
Local está a 6,5 mil anos-luz de distância da Terra.

Uma nebulosa a 6,5 mil anos-luz de distância da Terra apresenta formas de passáros como mostra uma foto divulgada nesta quarta-feira (21). A região foi objeto de estudo de astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla inglês).

A Nebulosa da Galinha Fugitiva recebe este nome pois muitas pessoas enxergam uma ave na parte mais brilhante da imagem (no centro) ou em outros pontos do local (veja imagem abaixo). A nuvem de hidrogênio brilhante está repleta de estrelas recém-nascidas e a coloração vermelha indica a existência de "berçários" estelares - outro exemplo é a Nebulosa da Lagoa.

Os cientistas usaram o instrumento Wide Field Imager, que integra o telescópio MPG, localizado no Chile, um dos países que fazem parceria com o ESO, assim como o Brasil.


A região também é conhecida como Nebulosa Lambda Centauri ou IC 2944 e está na direção da constelação de Centauro.

Estrelas formadas na nebulosa apresentam altas temperaturas e são formadas a partir do hidrogênio gasoso ao redor. Elas brilham intensamente em uma frequência ultravioleta e excitam as nuvens de hidrogênio, que apresentam a tonalidade vermelha.

Região mais brilhante no centro da Nebulosa da Galinha Fugitiva tem a forma de um pássaro para algumas pessoas, segundo o Observatório Europeu do Sul, que divulgou a imagem acima nesta quarta. (Foto: ESO)


Fonte: G1.com - Ciência e Saúde

Cientistas dizem ter achado partícula mais rápida que velocidade da luz

Neutrino chegou 60 nanossegundos antes da luz.
Feito seria 'impossível', segundo teoria de Einstein.

Cientistas europeus divulgaram nesta quinta-feira (22) uma descoberta que promete abalar um dos pilares fundamentais da física: partículas que bateram a velocidade da luz. O anúncio foi feito por pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França (CNRS) a partir de dados obtidos no supercolisor do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern). Se for confirmado, pode gerar uma reformulação na teoria da relatividade de Albert Einstein.

Sede do Cern (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares), em Genebra, na Suíça (Foto: AP Photo / Anja Niedringhaus / Arquivo)

Segundo os pesquisadores, os dados foram checados durante seis meses e as medições refeitas 15 mil vezes.

"Temos alta confiança em nossos resultados. Checamos e rechecamos procurando por qualquer coisa que possa ter distorcido nossas medições, mas não encontramos nada", afirmou o porta-voz do grupo, Antonio Ereditado.

De acordo com o representante do Cern, James Gilles, a comunidade científica está convidada a analisar os dados e pede que outros físicos tentem repetir o experimento. Para isso, todas as informações referentes à pesquisa serão disponibilizadas online.

Ereditado afirma que a publicação do experimento visa exatamente colocá-lo a disposição de outros cientistas, uma vez que eles admitem que a diferença é muito pequena.

"Meu sonho é que outro experimento independente encontre a mesma coisa -- daí eu ficaria aliviado", disse ele.
A física moderna de Albert Einstein terá de ser
revista com a quebra da velocidade da luz
(Foto: AP Photo)
O que aconteceu
Partículas elementares conhecidas como "neutrinos" foram lançadas do Cern, na Suíça, em direção ao laboratório subterrâneo de Gran Sasso, na Itália, a 730 km de distância. Segundo os pesquisadores, elas chegaram 60 nanosegundos (ou 60 bilionésimos de segundo) mais rápido do que a luz em seu destino.

Parece pouco, mas segundo Einstein, nada no Universo poderia ser mais rápido que a velocidade da luz - nem 1 nanossegundo.

O resultado abre "perspectivas teóricas completamente novas", disse o CNRS em comunicado.

"Dito de outro modo, em uma 'corrida de fundo' de 730 km, os neutrinos cruzaram a linha de chegada com 20 metros de vantagem" , explicou o CNRS.

Milhares de experimentos já foram feitos no passado para testar os limites da velocidade da luz, mas até agora nada foi encontrado que fosse mais rápido que ela.


Baleias saem da Antártica e seguem até mar na Colômbia para reprodução

Cerca de 800 jubartes vão anualmente até a baía de Málaga, no Pacífico.
Os mamíferos aquáticos viajam 8 mil km desde o Polo Sul.


A baía de Málaga, localizada a 550 km de Bogotá, na Colômbia, começou a receber as primeiras baleias-jubarte para reprodução. Os animais frequentam a costa colombiana, banhada pelo Oceano Pacífico, após viajarem 8 mil km desde o Oceano Antártico.

Nesta quinta-feira (22), cetáceos se exibiram na baía, para alegria dos moradores da região. De acordo com Lilian Flores, diretora da Fundação Jubarte, a taxa de natalidade de baleias na área de proteção varia entre 19% e 28%. O número é um dos maiores do mundo, segundo a especialista.

No mês de junho, os animais começaram a aparecer para acasalamento e no fim da gravidez, dez ou 12 meses depois, retornam para dar à luz. Anualmente, cerca 800 cetáceos vão até a região. A União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês), estima que existam entre 21 mil e 60 mil exemplares da espécie no mundo.

Cauda de baleia-jubarte é vista na baía de Málaga, na Colômbia (Foto: Luis Robayo/AFP)

Cerca de 800 animais vão até o local, no Oceano Pacífico, todos os anos para reprodução (Foto: Luis Robayo/AFP)
 Fonte: G1.com

sábado, 17 de setembro de 2011

NASA anuncia descoberta sobre bactérias extremófilas que sobrevivem usando o Arsênio no lugar do Fósforo

Analisando extremófilos do Lago Mono cientistas descobriram bactéria que consegue crescer usando arsênio no lugar do fósforo.
Ontem à tarde (02 de dezembro de 2010) na conferência da NASA foram discutidas recentes descobertas das Astrobiologia que, embora não estejam relacionadas diretamente a detecção da presença de vida extraterrestre, assunto especulado largamente antes da discussão oficial, trazem ao mundo novidades surpreendentes sobre a biodiversidade, através de revelações surpreendentes sobre a bactéria GFAJ-1 encontrada no Lago Mono, Califórnia, EUA.

Infelizmente, apesar das chamadas na mídia terem nos alertado ser um tema de exobiologia, esta estratégia usada pode ter sido uma decepção para alguns, afinal, a bactéria GFAJ-1 por si só não nos conta absolutamente nada de novo sobre a possível existência ou não de vida alienígena no cosmos. Mais ainda, esta bactéria também não revela a existência de uma “biosfera paralela” ou de uma “biosfera das sombras”, não representa algo como a descoberta de um novo nicho da vida na Terra, como alegado exageradamente por alguns. Isso posto, não queremos dizer que isto é uma “ducha de água fria” em nossas expectativas, devemos outrossim reconhecer que a descoberta por si só é notável não só para incrementar nosso conhecimento da “vida como a conhecemos” mas também para nortear as pesquisas futuras de busca pela vida extraterrestre.


Deixando a Astrobiologia de lado por alguns momentos e simplesmente focando no fato de que a vida é fantasticamente adaptável em termos da bioquímica nós temos freqüentemente deparado com surpresas a cada passo em que a ciência avança. E é importante que cada novo resultado seja alardeado com trombetas, mesmo que deixem que a mídia especulativa fique a ‘comer poeira’. Afinal, há muito tempo tem sido assumido que a química básica da vida necessita de forma imprescindível da presença de 6 elementos químicos, os quais fornecem os blocos básicos da bioquímica. São eles: hidrogênio, carbono, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre. Apesar da persistente especulação, em geral os cientistas julgam que a vida jamais poderia subsistir sem estes 6 elementos.

Felisa Wolfe Simon no Lago Mono
Agora, nós aprendemos sobre esta bactéria GFAJ-1 encontrada no Lago Mono, Califórnia, pode sobreviver, nas condições extremas de uma experiência fascinante, usando arsênio em seu metabolismo, no lugar do fósforo, sem se envenenar {1}. O arsênio é encontrado em abundância no Lago Mono, em uma das mais altas concentrações naturais de todo o mundo. Caleb Scharf (Columbia University) esclarece sobre o arsênio e o seu papel na química:
"O arsênio é um elemento traiçoeiro! Com números de valência (3 e 5) idênticos ao do fósforo, o arsênio torna-se quimicamente similar a um dos elementos críticos para a vida, o fósforo, contudo, em termos cruéis. A vida depende extensivamente do fósforo, este elemento é chave para a composição do DNA e RNA, faz parte de outra molécula fundamental para a vida, o ATP (Trifosfato de Adenosina) que serve para o transporte de energia para dentro de toada as células vivas, além de outros papéis vitais. O arsênio, por outro lado, pode penetrar com facilidade nas células, roubando o lugar do fósforo por causa das propriedades da sua valência similar. O grave problema aqui é que o organismo que absorve o arsênio, que por sua vez passa a substituir o fósforo nas células, acaba envenenado {1}, pois a bioquímica é um processo notavelmente sensível e o arsênio é um átomo mais pesado (e “mais gordo”) que o fósforo. Esta é a razão que o arsênio tem sido usado como um dos venenos preferidos em criminosas atividades humanas {1}."
Estrutura tetraédrica do íon arseniato

Isso posto, devemos considerar que a descoberta da bactéria GFAJ-1 é realmente intrigante pois além de se capaz de tolerar uma toxina como o arsênio, esta bactéria também é capaz de usá-lo em suas células!
Geometria do íon fostato. Note a similaridade com o íon arseniato.
O time de pesquisadores liderado por Felisa Wolfe-Simon (USGS) reportou na revista Science que o fósforo pode ser substituído pelo arsênio como um bloco de construção alternativo para a vida, algo há muito tempo especulado por escritores de ficção científica. Os cientistas escreveram na Nature:
"O arsênio está posicionado logo abaixo do fósforo na tabela periódica e os dois elementos podem desempenhar um papel similar nas reações químicas em geral. Por exemplo, o íon arseniato, AsO43-tem a mesma estrutura tetraédrica e capacidade de ligação do íon fostato PO43-. O íon arseniato é tão semelhante ao fostato que pode entrar nas células seqüestrando o mecanismo de transporte do fostato, prejudicando a maior parte dos organismos devido a sua alta toxidade."
O time coletou lama do Lago Mono e realizou o experimento de adicionar amostras a um meio salino com concentrações altas de arseniato e em seguida diluindo o material para enxaguar o fostato remanescente. Em um ambiente concentrado de arsênio os cientista perceberam que o organismo cresceu e proliferou nestas condições atípicas em múltiplas gerações desde sua coleta há mais de um ano. O fósforo que restou para estas bactérias estava presente apenas em traços da colônia original de células e nas impurezas encontradas no meio de cultura. 

Os autores explicaram na Nature:
"Quando os pesquisadores adicionaram radioisótopos de arsênio ao solução para rastrear sua distribuição notaram que o arsênio estava presente nas frações celulares que contêm a proteínas, lipídios e compostos metabólicos tais como a glicose e o ATP, além ácidos nucléicos que compõem as estruturas de DNA e RNA. As quantidades de arseniato detectadas nas células eram similares as encontradas na bioquímica normal destas bactérias, sugerindo que o arsênio estava sendo usado da mesma maneira que o fósforo, indistintamente e sem danos ao organismos."
Poderiam estas bactérias substituir naturalmente o fosfato pelo arseniato? Wolfe-Simon disse que os cientistas necessitariam de 30 anos de trabalho a realizar para conseguir entender exatamente o que está acontecendo, ao comentar a natureza preliminar deste estudo. Espera-se que este trabalho permanecerá considerado como controvertido ainda por alguns trimestres e necessitará de extensivo follow-up. Nada se apelar para “biosferas das sombras” por enquanto, mas a busca continuará em desenvolvimento por causa de suas implicações cientificas, que deverão ser oportunamente confirmadas.
A "coluna vertebral" do DNA (a estrutura espiral azulada neste desenho) contém uma cadeia alternada de fosfato ligada a moléculas de açúcar. Fortes evidências indicam que no organismo GFAJ-1, o fosfato é substituído por arseniato. Crédito: Biblioteca Americana de Medicina
Se a vida na Terra iniciou-se isoladamente mais de uma vez, uma descoberta longe de ser demonstrada por este trabalho, então podemos pensar sobre como o surgimento da vida teria ocorrido da mesma forma em distantes exoplanetas, subindo as probabilidades de que vivemos em um Universo onde a vida aparece em quaisquer ambientes onde as chances propícias se apresentam. Contudo, estamos muito longe ainda de tais conjecturas, o que ficou evidente nos depoimentos prestados por Wolfe-Simon e Steven Benner (Foundation for Applied Molecular Evolution) ontem, na conferência de imprensa da NASA. O escritor inglês de ciências Ed Yong escreveu algumas razões que nos levam ao ceticismo:
"Trata-se de um resultado surpreendente, mas mesmo assim, ainda há espaço para questionamentos. Como mencionado, Wolfe-Simon ainda encontrou na amostra uma certa quantidade de fosforo nas bacterias ao final do experimento. Os níveis medidos eram tão baixos que as bacterias não teriam tido a capacidade de crescer. No entanto não estava claro quanto esta fração de fósforo poderia estar influenciando no desenvolvimento da colônia de bactérias. Poderiam estas bactérias genuinamente ter conseguido sobreviver um ambiente totalmente livre do fósforo?"
"Também não está claro se as moléculas baseadas em arsênio eram parte efetiva do portfólio natural de bactérias. Devemos considerar que a equipe de Wolfe-Simon cultivou estes extremófilos usando concentrações de arsênio gradativamente elevadas. Ao fazer isto os cientistas podem ter artificialmente selecionado bactérias que conseguem usar arsênio no lugar do fósforo, provocando aos descentes do Lago Mono evoluírem com novas habilidades (ou substituírem habilidades existentes) dentro das condições extremas em que foram submetidos no experimento."

Caleb Scharf nos recorda que embora o fósforo seja um elemento relativamente raro na natureza (em termos de abundância cósmica), se compararmos com outros elementos bioquímicos fundamentais (hidrogênio, carbono, nitrogênio e oxigênio), este é um elemento milhares de vezes mais abundante que o arsênio no Universo. Assim esta aventada idéia otimista de encontrarmos populosas biosferas inteiramente compostas de formas de vida baseadas em arsênio parece sugestivo mas inteiramente implausível, por causa da raridade cosmológica do arsênio. As experiências com a bactéria extremófila GFAJ-1 fazem uma história fascinante, algo exótico que o circo da mídia adora expor. Paul Davies, um dos autores do artigo, chamou o trabalho de “o início de algo que promete ser um novo campo da microbiologia”. 

Mas, novamente, note aqui a armadilha, quando Davies explica seus pontos de vista:
"O organismo tem capacidade dual. A bactéria pode crescer tanto utilizando o fósforo quanto o arsênio. Isto a torna bastante peculiar, embora esteja bem longe de se chamar de verdadeira ‘vida alienígena’, pertencendo a um ramo distinto da árvore da vida com origem separada. Entretanto, GFAJ-1 pode sugerir a existência de outros organismos muito mais exóticos. O “cálice sagrado” seria um micróbio que não contenha nada de fósforo."


Para saber mais leia o artigo de Wolfe-Simon et al., “A Bacterium That Can Grow by Using Arsenic Instead of Phosphorus”, publicado na Science (02 de dezembro de 2010). Este artigo na Astrobiology Magazine fornece informações sobre os métodos usados pelo time de Wolfe-Simon. No Web site de Wolfe-Simon você poderá checar os trabalhos atualmente em andamento. 

Veja também a evolução das discussões sobre este polêmico assunto em: Críticas aumentam à bactéria de arsénico


Nota
{1} Envenenamento por arseniato: o arseniato pode substituir o fosfato inorgânico no passo da glicólise que produz 1,3-bisfosfoglicerato, produzindo antes 1-arseno-3-fosfoglicerato. Esta molécula é instável e é rapidamente hidrolisada, formando o próximo intermédio do processo, 3-fosfoglicerato. Assim, a glicólise ocorre, mas a molécula de ATP que seria gerada a partir de 1,3-bisfosfoglicerato se perde. O arseniato é uma desacoplador da glicólise e isto explica a sua toxicidade.

Fontes

Artigo Científico

domingo, 4 de setembro de 2011

Cabo Pulmo, o paraíso da vida marinha

Reserva marinha mexicana quintuplica em dez anos o número de peixes


A reserva marinha Parque Nacional Cabo Pulmo, na costa oeste do México, praticamente quintuplicou o número de peixes em dez anos, segundo estudo da Universidade da Califórnia, em San Diego, Estados Unidos.

O projeto de recuperação surgiu a partir do entusiasmo e dedicação da população local que, incomodada pela devastação do ecossistema, estabeleceu o parque em 1995 e, desde então, se dedica a protegê-lo.

"As mudanças mais importantes que observamos é que o número de espécies no parque quase duplicou e o número de indivíduos e seu tamanho, que em conjunto são os quilos de peixes, aumentaram mais de 460%", conta o biólogo marinho Octavio Aburto-Oropeza, do Instituto Scripps.

Experiência inspiradora
Cabo Pulmo tem 71 km² e é quase 70 vezes maior do que a maioria das reservas estudadas até hoje.

As espécies mais comuns na área são garopa do golfo (Mycteroperca jordani), garopa sardineira (Mycteroperca rosacea), pargo cinza (Lutjanus novemfasciatus), pargo amarelo (Lutjanus argentiventris) e cavalinha (Seriola lalandi).

"É surpreendente que as comunidades de peixes em um recife superexplorado possam se recuperar até chegar a níveis comparáveis com aos de recifes remotos, onde nunca ocorreu a pesca humana", avaliou Aburto-Oropeza.

Aburto-Oropeza diz que a criação de áreas marinhas pode "elevar significativamente a produtividade dos oceanos, gerando benefícios econômicos para as comunidades costeiras".

"Poucos legisladores no mundo estão conscientes de que o tamanho e a abundância dos peixes pode aumentar extraordinariamente em muito pouco tempo, a partir do momento em que se estabelece a proteção ambiental e se cria uma reserva marinha", defende.


A população local cuida da reserva e ajuda a reduzir a contaminação, protegendo as espécies em perigo.

Nesta fotografia, tubarões se aproximam da superfície e podem ser vistos sob a água cristalina.
A reserva é lar de leões-marinhos, como estes da fotografia, que tomam sol sobre uma pedra.
A reserva é lar de leões-marinhos, como estes da fotografia, que tomam sol sobre uma pedra.
Para especialistas, o projeto ensina que o sucesso de iniciativas semelhantes depende do envolvimento das comunidades locais.
Um estudo detalhado sobre Cabo Pulmo pode ser encontrado na publicação especializada 'PLoS One Public Library of Sciences'.
Fonte: Msn.com
Fotos de: BBC Brasil